Maluquice de mulher: a estratégia Datafolha

Eu sempre digo: toda mulher é maluca. Toda, não tem jeito. O que acontece é que algumas escondem a maluquice, enquanto outras não conseguem fingir normalidade.

E a maluquice não é uma coisa que vem com o tempo e com os problemas da vida. A maluquice é nata, até menininhas de 8 anos sofrem disso.

Olha só essa história: a menina, quando tinha uns 13 anos, se passava por pesquisador do Datafolha para conseguir informações sobre os pretendentes. Conta aí:

“Quando eu tava afim de algum menino, o procedimento era os seguinte: pegava o telefone dele (no meu colégio tinha na lista da chamada), ligava na casa falando que era do Datafolha e que estava fazendo uma pesquisa com jovens de X a X anos (pra ser bem a idade do menino).

Aí, falava com o menino sobre gostos e interesses dos jovens, ele respondia o que gostava. Daí, quando eu tivesse oportunidade de estar na mesma conversa que ele, dizia as mesmas coisas. Então, ele pensava que eu era alma gêmea dele.

Isso aos 13 anos. Gênia?”

A minha primeira pergunta foi: “e funcionava?”

E ela:

“SUPERfuncionava. Porque na época o Datafolha era um dos únicos órgãos de pesquisa e as pessoas acreditavam. Meu, minha casa de tarde ficava cheio de amiga e amiga-de-amiga. A gente fazia Datafolha pra alguém todo dia.”

Moral da história: aquela mulher pode até parecer normal, mas é completamente doida por dentro.

(sim, eu me incluo)

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2 respostas em “Maluquice de mulher: a estratégia Datafolha

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