#com13anos

Dias desses a modinha no twitter era falar sobre o que você era/fazia/gostava com 13 anos.

Não tem período mais desgraçado na vida do que os 13, 14 anos. Essa é a fase da revoltinha, de achar que você é o centro do universo, de tentar descobrir o que você é.

Com 13 anos, eu ouvia Alanis Morissette no quarto, sofrendo pelas coisas que não tinha vivido. Nada é mais garota-adolescente-rebelde do que Alanis.

Foi com 13 anos que consegui minha primeira “melhor amiga” – a primeira de verdade, daquelas poucas que sobrevivem ao tempo, à distância e essas coisas. As brigas entre os amigos eram constantes (quase diárias) e totalmente sem importância.

Com 13 anos surgiu uma coisa chamada “Vacavôa e a Formiga Atômica” – e só quem lá na hora que isso foi inventado sabe o que significa. Foi aí que comecei a me sentir parte de um grupo de verdade.

Também foi com 13 anos que sofri por amor pela primeira vez. Hoje eu sei que “sofrer” pode ser bem mais devastador, mas com 13 anos a gente acha que tudo é o fim do mundo.

1998, um ano de muitas descobertas. Agora me deixa que eu vou ouvir Alanis.

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