Vida que segue

Relacionamentos são esquisitos. Durante um tempo (que pode ser muito, pode ser pouco), você trabalha para criar um coisa única, transformar dois em um só.

Compartilhamos momentos, vivemos histórias, criamos lembranças. Aí a coisa acaba. E a gente tem deixar tudo para trás para conseguir continuar indo para frente.

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Os filmes de Christophe Honoré, as músicas de Roberto Carlos, comida italiana com vinho, o moletom do Mickey dos meus 13 anos, o andar de cima da Funhouse, aquele samba do Paulinho, o cheiro do sabonete da adolescência, o melhor livro que eu li na vida.

Esse é um pedacinho da lista das coisas que sinto falta por ter que esconder de mim para continuar andando.

Foto: Esperando virar a touca
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